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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

7 dicas para quem quer se tornar um bom empreendedor

Um bom empreendedor precisa ter iniciativa para criar um novo modelo de negócio, já que o empreendedorismo é uma característica do administrador que tem com objetivo o sucesso


Cada vez mais pessoas estão concretizando o sonho do próprio negócio. Em 2010, foram constituídas 1.370.464 empresas, o que revela um crescimento de 101% em relação a 2009, segundo dados do Departamento Nacional de Registros do Comércio (DNRC) da Secretaria de Comércio e Serviços (SCS) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) 
No entanto, apesar desse crescimento no número de negócios próprios, nem todas as pessoas sabem o que é preciso para se tornarem boas empreendedoras e, assim, se manterem no mercado. Não adianta, por exemplo, a vontade de trabalhar sem que se saiba usar a criatividade, ou disciplina na execução de tarefas sem um bom diálogo com os funcionários. 
Para o empresário Rogimar Rios, "um bom empreendedor precisa ter iniciativa para criar um novo modelo de negócio, já que o empreendedorismo é uma característica do administrador que tem com objetivo o sucesso". 
Além disso, o empresário dá outras dicas para quem quer se tornar um bom empreendedor. Confira:
1. Saiba lidar com personalidades desafiadoras. Ouça-as com o coração e com os olhos, não somente com os ouvidos.
2. Tenha determinação e disciplina. Anote idéias e faça seu planejamento com dia, hora e local em que tudo deverá acontecer.
3. Seja inteligente, saiba usar o seu pensamento a seu favor. Seus pensamentos determinam a sua freqüência e seus sentimentos lhe dizem imediatamente em que freqüência você está. Quando se sente mal, você está na freqüência que atrai coisas ruins, prejudicando o alcance de suas metas.
4. Tenha meta e siga um método. Quando uma pessoa tem os dois, ela rompe barreiras.
5. Tenha fé, mas não deixe de agir para modificar a realidade. Vá do pensamento à ação.
6. Empreendedor deve encontrar, avaliar e desenvolver a oportunidade de criar algo novo.
7. Tire proveito do fracasso. Saiba usar a experiência sem sucesso em aprendizado. 

sábado, 17 de dezembro de 2011

Telefones sem fios interferencias redes wireless WLAN

Em artigos anteriores comentamos sobre alguns aparelhos que podem causar interferências em WLANs. Neste iremos além. Vamos esclarecer melhor a questão dos telefones sem fios que operam em 2,4 GHz. Falaremos sobre os tipos existentes e quais são os efeitos ocasionados pelo uso destes aparelhos em ambientes WLANs.
Em ambientes corporativos, boa parte das redes wireless instaladas são 802.11b e 802.11g. Estes padrões, como já exposto em vários outros artigos, usam a faixa de 2,4 GHz. Nestes locais não é raro encontrar telefones que também operam nesta freqüência, causando retardos na rede e deixando muita gente irritada.

 Com uma alta potência de transmissão, os telefones normalmente funcionam em FH (Frequency Hopping ou Saltos em Freqüência). Dentre estes, há dois tipos distintos. Cada um pode afetar de forma diferente uma WLAN em 2,4 GHz.
O tipo mais comum fica o tempo todo “saltando” em freqüências (com o telefone no gancho ou em conversação). A base fica constantemente emitindo uma portadora pseudo-aleatória de faixa estreita (geralmente 1 MHz), variando-a em toda a banda de 2,4 GHz. Valor de faixa diferente dos encontrados numa WLAN. Afinal, sabe-se que aparelhos 802.11b e 802.11g são de faixa larga: 22 MHz.
Em todos esses equipamentos, as portadoras variam com o tempo não permanecem fixas na mesma freqüência por mais de alguns milissegundos. Isto significa que em algum instante, mesmo com faixas distintas (22 MHz e 1 MHz), aparelhos WLAN e telefones podem se cruzar. Ou seja, haverá interferência quando ocorrer o casamento das freqüências. Ela é passageira. Ao assumirem outros valores (cujo tempo normalmente é de 400 milissegundos), cessa-se a interferência. Porém não se engane. Este curto período de tempo é suficiente para ocasionar problemas. Por exemplo: redução da taxa efetiva de transferência e até perda de pacotes.
Outro tipo de telefone que utiliza a tecnologia FH não “salta” em nenhum momento. Eles conseguem escutar o meio em busca de um canal livre antes de estabelecerem comunicação com a base. Ao encontrarem, ficam no canal escolhido até o fim da ligação. O problema reside na sensibilidade destes aparelhos, pois não possuem um scanning apurado. Eles podem assumir um canal ocupado como livre, ação que certamente prejudicará a rede em questão.
O que fazer nesses casos?
A solução definitiva está na substituição dos telefones 2,4 GHz por outros que operam em 900 MHz.

Acessos: Banda larga avança 68,4% no Brasil em um ano

O Brasil atingiu 53,9 milhões de acessos à internet em banda larga, fixa e móvel, em outubro, segundo relatório divulgado nesta segunda-feira, 21, pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). O número representa um crescimento de 68,4% em relação a outubro de 2010, quando havia 32 milhões de acessos no país. O ritmo de ativação da banda larga já é de mais de um novo acesso por segundo. Somente em outubro, foram ativadas 3,2 milhões de conexões, 66% acima da média mensal de 2011, que é de 1,9 milhão.
       
Desde o início deste ano – de janeiro a outubro – 19,5 milhões de novos assinantes se somaram à base de clientes, o que representa um crescimento de 64% em relação ao mesmo período do ano passado, quando 11,9 milhões de novas conexões foram ativadas.
Do total de acessos alcançados em outubro, 16,3 milhões são de conexões em banda larga fixa e 37,6 milhões, móvel. A banda larga fixa ampliou a base de clientes em 3 milhões de acessos nos últimos 12 meses, o que representa um crescimento de 22,4% frente a outubro de 2010. Já o número de acessos em banda larga móvel dobrou no período, com acréscimo de 18,9 milhões de novos acessos, o que resulta num incremento de 101,1% em 12 meses. Segundo a entidade, do total de conexões móveis, 7,4 milhões são de modems e 30,2 milhões de celulares de terceira geração (3G) que permitem conexão à internet.
Um relatório divulgado recentemente pela Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio) destaca que o percentual de brasileiros conectados à internet passou de 27% em 2007 para 48% em 2011. A pesquisa evidenciou também que 47% dos entrevistados se conectam diariamente à internet.
A Pesquisa TIC Domicílios 2010, do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), informa que, no universo de usuários da internet no Brasil, 68% são da classe A, 69% da classe B, 70% da classe C e 67%, da classe D/E.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

sábado, 10 de dezembro de 2011

Cartilha ajuda você a usar a internet de forma segura

Elaborada pela OAB de SP e pela Universidade Mackenzie, cartilha contém 11 tópicos para uso de seguro da rede mundial de computadores


Nós, internautas, utilizamos a internet para efetuar pagamentos, fazer compras, falar com os amigos, ler notícias e diversas outras atividades que a web nos proporciona. Mas, também sabemos que a segurança nesse mundo é assunto sério. Por esse motivo, a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e a Universidade Mackenzie, com o apoio do Olhar Digital, lançaram a cartilha "Recomendações e boas práticas para o uso seguro da internet para toda a família", documento que ajuda a usar a web de forma segura.

Com 11 tópicos, entre eles, "liberdade de expressão", "crimes de preconceito", "cyberbullying", "responsabilidade civil" e "pornografia infantil", a cartilha chama atenção para praticas e até crimes praticados na web.

A cartilha, que foi publicada durante o 2º Congresso de Crimes Eletrônicos e Formas de Proteção, que ocorreu nos dias 27 e 28 de setembro deste ano, ensina, de forma criativa e fácil, como usar os meios eletrônicos de forma segura, priorizando o uso criterioso e cuidadoso.

"Como a internet ainda é, em muitos aspectos, uma novidade, não há normas e leis específicas para coibir os crimes praticados por meio dos computador. São fraudes financeiras, envio de vírus, roubo de senha, crimes contra a honra, calúnia, injúria, difamação, cyberbullying e pedofilia", diz Luiz Flávio Borges D’Uso, presidente da OAB SP, segundo o site da Ordem.

Para fazer o download, na integra, da cartilha "Recomendações e boas práticas para o uso seguro da internet para toda a família", clique aqui. Boa aprendizagem!


Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/seguranca/noticias/cartilha-ajuda-voce-a-usar-a-internet-de-forma-segura

sábado, 3 de dezembro de 2011

Internet Brasil: 89% dos provedores ainda oferecem velocidade até 512Kpbs

Realizada pela primeira vez no país, a pesquisa TIC Provedores - produzida pelo CETIC.br - foi divulgada nesta quarta-feira, 30/11, na capital paulista. O levantamento teve como objetivo fazer um panorama do mercado Internet do Brasil.

O estudo identificou 1934 provedores de serviços Internet no país, responsáveis pela oferta de 17 milhões de conexões fixas em domícilios e empresas. Mas o levantamento embute uma dura realidade: o mercado está altamente concentrado com 80% das conexões fixas sendo ofertadas por apenas seis grandes provedores. Os 20% restantes estão pulverizados entre 1928 provedores.
O desequilíbrio econômico e social do país é refletido também na oferta de acesso à Internet. O levantamento do CETIC.br constatou que a atuação dos provedores também está geograficamente concentrada: 43% dos ISPs estão na Região Sudeste. Na região Norte, por exemplo, há apenas 6% de ISPs em atuação.
Na parte de velocidade, a situação da internet, por meio dos provedores, é bastante preocupante. A maior parte dos provedores oferece conexão de até 512 Kpbs (89%). Os ISPs que ofertam entre 512 Kbps e 2 Mbps ficam com 81%. Apenas 48% dos provedores têm oferta entre 2 Mbps a 12 Mbps.
De acordo ainda com a Pesquisa TIC Provedores 2011, 57% das conexões de banda larga utilizam a tecnologia DSL da rede telefônica, 23% utilizam cable modem, 10% usam redes sem fio e, numa mostra que a infraestrutura nacional ainda é deficiente, apenas 4% usam acesso via fibra óptica.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O que e ERB Estacao Radio Base BTS Base Transceiver Station

O artigo de hoje pretende esclarecer o que é uma BTS (Base Transceiver Station) ou ERB (Estação Rádio Base). Além disso, também falaremos sobre sua construção e arquitetura. ERB, basicamente, é o nome da estação fixa cujos telefones celulares se comunicam. Definindo melhor: são aquelas torres – como a do logo acima – que infestaram nossas cidades nos últimos anos. Invadiram, porém construí-las não é nada fácil. Fora a burocracia envolvida, erguer uma ERB é um processo complexo multidisciplinar. Envolve, por exemplo, profissionais de telecomunicações, especialistas em construção civil, engenheiros elétricos e outros.
Primeiramente, torna-se necessário escolher um local que atenda da melhor forma possível o projeto de RF. Ou seja, grosso modo, o ponto precisa abranger a maior quantidade de assinantes da região. Além disso, o lugar proposto também deve possibilitar meios de comunicação com a CCC (Central de Comutação e Controle). A CCC, considerada o cérebro do sistema, é a parte da arquitetura onde todas as chamadas são devidamente tratadas. Alias, qualquer ligação que chega até uma ERB é encaminhada para a CCC. O enlace entre a ERB e a CCC pode ocorrer de várias formas, por exemplo: fibra óptica ou link de rádio. Observação: em casos de link de rádio, deve-se existir visada com a CCC.
Ainda com relação à construção, há dois tipos de ERBs: Greenfield ou Roof Top. As ERBs que pertencem ao tipo Greenfield são erguidas no solo. Já as que fazem parte do grupo Roof Top são instaladas nas coberturas de edifícios. Ambas podem utilizar equipamentos indoors e outdoors. As características de fabricação dos aparelhos indoors exigem uma infra-estrutura de proteção. Geralmente são utilizados containers climatizados (ver abaixo). Quando isso acontece é possível instalar boa parte dos equipamentos na operadora, antes de serem enviados ao local escolhido. Já os aparelhos de uso outdoor foram preparados para operar expostos ao tempo. Neste caso, a montagem normalmente é feita no local.

A construção de uma ERB pode demorar de 1 a 4 meses e a burocracia sempre rouba uma grande fatia deste tempo. Inclusive, em alguns casos, os aspectos legais são os verdadeiros culpados pelos atrasos. Por exemplo: em muitas prefeituras, por incrível que pareça, ainda não existem leis que tratam do assunto. Como se não bastasse, há situações cujos moradores ao redor das instalações fazem protestos contra a construção da ERB. Eles reclamam da desvalorização do imóvel, dos possíveis problemas causados pelas exposições às ondas, etc. Tudo para “colaborar” com a demora na concretização do projeto.
Viu? Como já exposto, levantar uma ERB não é simples. E sequer mencionamos outros fatores a serem considerados, como: projeto de aterramento, impermeabilização, combate a incêndios, instalação hidráulica, negociação com a ANATEL, Aeronáutica, proprietário do terreno, etc